A publicação de artigos, e seu uso para divulgação de seu site

Os recursos disponíveis que temos hoje facilitam, E MUITO, o compartilhamento de informações e o acesso a potenciais clientes. As redes sociais são, hoje, a “vedete” dos aplicativos online, e nos permitem comunicarmos diretamente com clientes e potenciais clientes.

Para se fazer uso de maneira eficiente, utilizaremos técnica similar ao phishing, muito empregada por hackers¹, mas que em nosso contexto, não tem nada relacionado à invasão não autorizada, mas sim ao conceito literal do termo em inglês, de “pescar”.

Phishing pode ser traduzido como “pescaria” ou “e-mail falso”, que são e-mails manipulados e enviados a organizações e pessoas com o intuito de aguçar algum sentimento que faça com que o usuário aceite o e-mail e realize as operações solicitadas. Os casos mais comuns de Phishing são e-mails recebidos de supostos bancos, nos quais afirmam que sua conta está irregular, seu cartão ultrapassou o limite, ou que existe um novo software de segurança do banco que precisa ser instalado senão irá bloquear o acesso.

Baseando-se e utilizando como referência ao phishing, temos este conceito aplicado para uso das redes sociais da seguinte forma:

  • Os artigos serão focados sobre assuntos em destaque nas mídias sociais nos últimos 15/20 dias (assuntos atuais);
  • Estes artigos serão publicados nas redes sociais, com o objetivo de aguçar o interesse e curiosidade do usuário/visitante;
  • Em contato com o artigo, o usuário/visitante será direcionado para o site da nossa empresa (Software House);
  • No site da empresa (Software House), o usuário/visitante terá contato com nosso portfólio digital, o qual relacionará os produtos/softwares desenvolvidos.

Uma boa ideia para ser utilizada para “estudo” de temas a serem elaborados posts podem ser os trending topics, do twitter² (clique aqui), que relacionam os termos mais marcados (com as “#” – hashtags) em uma localidade, pelos usuários que postam links nesta rede social.

As Hashtags são compostos pela palavra-chave do assunto antecedida pelo símbolo cerquilha ou jogo da velha (#)

As hashtags tem a função de facilitar a pesquisa por palavras-chave, facilitando o acesso a conteúdos publicados na web, comumente, em redes sociais (como o twitter).

 

Saiba mais (leitura complementar):
1 – Hackers – é a pessoa classificada como autodidata, que dedica seu tempo, esforço e estudo (de própria conta) a compreender, modificar e implementar funcionalidades (de interesse próprio, para ganho financeiro ou não, de acesso a informações pessoais de outrem), realizando incursões e invasões a sistemas informatizados desenvolvidos por terceiros, alterando seu código-fonte e definindo novas funcionalidades, abstração de dados e informações, e mesmo exclusão/remoção de softwares, realizando alterações e/ou modificações não usuais/não autorizadas em softwares de outrem. Maiores informações, acesse aqui.
2 – Twitter – rede social, microblog, que permite a publicação de conjunto de textos com no máximo 120 caracteres. É possível a consulta pública, sem criação de perfil de usuário – http://www.twitter.com

 

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O uso de CMS – qual escolher?

A aplicabilidade dos CMS é enorme: facilita a inserção de conteúdos, desonerando a preocupação com edição de código fonte, diagramação e design do site.

Mas a grande dúvida, com relação aos CMS é: qual deles usar?

Como todo software, como todo produto, os CMS tem diferentes “marcas”, elaborados e desenvolvidos por diferentes “fabricantes” (desenvolvedores). Da mesma forma que no mercado tradicional,  existem as marcas mais “famosas”, mais “utilizadas”.

Como podemos observar no gráfico acima, no início do post, o WordPress responde por nada menos que 48% dos websites desenvolvidos com tecnologia CMS, o que demonstra o quão utilizada é esta ferramente. Os dados foram disponibilizados pelo Builtwith.com.

O que recai na escolha do Gerenciador de Conteúdos a ser utilizado pode ser não somente a questão de ser o mais utilizado, mas a interface, botões e ferramentas, recursos, integração com redes sociais, entre outras funcionalidades.

O correto é avaliar, testar, publicar conteúdos (a título de teste), para ter um contato básico com o CMS, e se inteirar a respeito de seus recursos. A opinião de colegas e profissionais que fazem uso do CMS também podem agregar para sua avaliação final. Havendo a facilidade de gerenciamento e uso dos recursos, e familiaridade com a interface, não importa qual gerenciador você opte, pois você terá, com certeza, um bom aproveitamento no uso da mesma.

No mais, todos apresentam basicamente os mesmos recursos e funcionalidades, tendo poucas diferenças entre um e outro.

Para termos uma melhor compreensão dos CMS, devemos atentar para a Resolução nº 7 do Comitê Executivo do Governo Eletrônico, de 29 de julho de 2002, que estabeleceu regras e diretrizes para os sítios na Internet da Administração Pública Federal (leia documento na íntegra aqui), estes deverão implementar ferramentas de controle editorial das informações publicadas, observadas as seguintes diretrizes. Em seu seu capítulo II – Do controle e monitoramento dos sítios – a resolução explicita funcionalidades que devem estar presentes em todos os sítios da APF:

Art. 6º Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal deverão implementar ferramentas de controle editorial das informações publicadas, observadas as seguintes diretrizes:

I – as ferramentas de publicação a serem adotadas deverão permitir o monitoramento da inclusão e atualização do conteúdo dos sítios e da expiração de validade das informações, quando for o caso;

II – as informações devem ser organizadas, sempre que possível, em bancos de dados administrados por módulo de gestão descentralizado;

III – as informações e serviços deverão ser estruturados de modo a permitir seu manuseio e manutenção independente da participação de técnicos especializados;

IV – a data da informação e a periodicidade de sua atualização devem ser publicadas, quando for o caso.

Um CMS possui uma série de funcionalidades nativas, sendo que boa parte dos sistemas existentes possui as seguintes funções presentes:

• Administração de permissões de usuários e de seus direitos (cadastro, autenticação, autorização e auditoria);

• Sistema de administração e edição de modelos (templates) gráficos:

• Editores de conteúdo WYSIWYG e HTML;

• Biblioteca para armazenamento de conteúdos em diversos formatos (odt, doc, html, pdf, png, etc); • Uso de metadados e microformatos incorporados;

• Geração automática de RSS e outras formas de publicação;

• Administração e indexação do conteúdo;

• Controle de versões;

• Mecanismo de busca.

CMS – O uso de gerenciadores de conteudos

Os CMS, acrônimo em inglês para Sistema Gerenciador de Conteúdos (em inglês: Content Management System), é um tipo de aplicativo utilizado para facilitar a criação, edição, publicação e distribuição de informações na plataforma Web, permitindo a criação de sites (e derivados/relacionados) por meio de uma interface gráfica que realiza a abstração de código, exigindo do programador pouco conhecimento em linguagem de programação para plataforma web, mas que não impede que o mesmo possa fazer parte do código-fonte para criação e manutenção do site.

Como toda ferramenta/aplicativo, existem CMS do tipo Open Source (código aberto, que permitem que você edite a ferramenta/aplicativo, podendo aumentar as funcionalidades), e os de código fechado (que permitem a usabilidade da ferramenta/aplicativo com os recursos disponibilizados, e que não permitem implementações de funcionalidades).

Da mesma forma que outros aplicativos no mercado, os CMS também se dividem em pagos e gratuitos.

Com relação a funcionalidades e especificidades, os CMS podem ser classificados:

  • CMS Genéricos: são aqueles relacionados a grandes portais de conteúdo, com diversidade de informações e recursos (como Drupal, Mambo, etc);
  • CMS Específicos: são aqueles direcionados para um recurso/funcionalidade específica, como por exemplo para publicação de blogs (como o WordPress), fóruns (BBForum, BBPress);
CMS - PRINCIPAIS
Joomla, WordPress e Drupal: principais CMS do mercado

A grande questão na escolha do CMS a ser utilizado é naquele que melhor atende às necessidades do que você quer desenvolver/implementar.

Podemos relacionar como características comuns nos atuais CMS:

  • acesso de múltiplos usuários, edição de conteúdo facilitada por meio de ferramentas e recursos gráficos;
  • compatibilidade com uso de plugins e módulos (potencializando e ampliando/adicionando funcionalidades);
  • gestão e controle de documentos (recurso de publicação, revisão, arquivamento e exclusão de documentos);
  • camada de templates (pode ser trocada, facilitando a alteração rápida de interface, sem alteração de conteúdo);
  • controle de fluxo de conteúdos (publicações podem ser “moderadas” para aprovação e postagem no site, através de revisão por parte de editores em múltiplos níveis)

 

 

CMS – Trabalhando com o WordPress

O WordPress é um Gerenciador de Conteúdos – CMS, que permite o trabalho concomitante com as seguintes ferramentas:

  • Blog – Um blog (contração do termo “Web log“) é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou “posts”. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, costumam abordar a temática do blog e podem ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog. A ideia de uso do blog é a de servir de “chamariz” com conteúdos associados ao website.
  • Post/Postagem/Artigo – refere-se a uma entrada de texto efetuada num weblog/blog. As postagens são organizadas tradicionalmente de forma cronologicamente inversa na página, de forma que as informações mais atualizadas aparecem primeiro, ou colocada ao contrário, a postagem mais antiga aparece em primeiro, sendo opção do blogueiro.
  • RSS – A tecnologia do RSS permite aos usuários da internet se inscrever em sites que fornecem “feeds” RSS. Estes são tipicamente sites que mudam ou atualizam o seu conteúdo regularmente. Para isso, são utilizados Feeds RSS que recebem estas atualizações, desta maneira o utilizador pode permanecer informado de diversas atualizações em diversos sites sem precisar visitá-los um a um.

O WordPress é uma CMS customizado para facilitar a entrada e alimentação de um website, com seu conjunto de modelos de templates para escolha, com estruturas pré-formatadas de layout e design, com foco na estética visual, conforme padrões da Web e no quesito de usabilidade, sendo um software livre, gratuito. Por estas características, o WordPress conta com uma participação hegemônica no mercado, com uma fatia de 48% de websites desenvolvidas com tecnologia CMS.

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Participação dos principais Gerenciadores de Conteúdos – CMS no mercado de websites

 

A proposta do WordPress é a de ser uma ferramenta que facilite o trabalho do usuário, deixando para o mesmo a responsabilidade de alimentar o website com conteúdo, e se ater o menos possível com o trabalho de se preocupar com layout, estrutura organizacional, design (e design responsivo, já que o WordPress já possui a ferramenta embutida), ajustes de tela/botões, entre outros.

No WordPress, com uso de interface de gerenciamento do blog, é possível formatar a aparência da home (página principal), do painel de gerenciamento, entre outros recursos.

Uma interface simples, se compararmos com gerenciadores e blog do mercado, e que torna possível a usuários de pouco conhecimento técnico alimentá-lo, configurar e ajustar layout e design, sem ter a necessidade de conhecer profundamento programação web.

Em outras palavras, o WordPress é o que você usa quando você quer trabalhar e não lutar

Outras características que podemos apontar como fatores diferenciadores do WordPress:

 Gerenciamento de usuários com hierarquia

 Interface gráfica completamente personalizável

 Possibilidade de adição de plugins para novas funcionalidades

 Facilidade de utilização do painel de gerenciamento para usuários leigos

 Disponibilidade em Português-Brasil